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WEB-SÉRIE: O Elefante de Jade - Sexto Capitulo

 ATENÇÃO:

O ELEFANTE DE JADE  - SEXTO CAPÍTULO

CRIADO E ESCRITO POR LUIZ GABRIEL LUCENA

DIREITOS RESERVADOS A LUIZ GABRIEL LUCENA

WEB-SÉRIE ESCRITA EM DEZ CAPÍTULOS

 PROTEGIDA POR DIREITOS AUTORAIS E FISCALIZADAS PELO ÓRGÃO RESPONSÁVEL: LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998
DISPONÍVEL POR 45 DIAS

NÃO INDICADA PARA MENORES DE 10 ANOS

SINOPSE: Dois estudantes de mundos diferentes, mas unidos pelo passado, vão a um acampamento, mas acabam entrando em uma grande aventura sobrenatural e romântica, na qual vão responder algumas perguntas do passado. 


Sexto Capítulo: Algo Não está certo!

Na semana seguinte após os acontecimentos, Thin e Chan começam a ficarem mais próximos, com isso seus amigos também ficaram mais juntos, parecia até uma coisa feliz sem nenhum problema aparente, mas algo incomodava Wut.

Em uma cafeteria logo após o término das aulas do dia.

- Algo não está certo. – Fala Wut colocando seu copo na mesa.

- O que não está certo? – Pergunta Chan.

- Primeiro em vocês terem caído, o chão não era barroso para desmoronar assim, segundo o interesse quase nulo do professor de resgatar vocês e sempre afirmando que era perigoso por conta da estrada, mas eu vi um carro passando e perguntei a Lua se a estrada havia sido destruída pela chuva, ele disse bem pleno que não.

- Não teria porque o professor mentir, ou teria? – Fala Pen. – Se bem que o que o Wut está falando faz sentido.

- De todo modo era a gente que deveria achar o elefante. – Afirma Thin.

- Mas, não parece que foi armado? O ônibus, o quarto, seria mais fácil para manipular se os dois ficassem juntos, é como se ele soubesse desde o início que vocês tinham que fazer isso.

- Wut, sabe que o que está dizendo é perigoso, né? Está acusando um professor. – Afirma Kanya.

- Eu sei, mas algo não bate, foi muito fácil dos dois entrarem nessa.

Mais tarde Chan foi levar Thin para casa.

- A noite hoje está bonita. – Afirma Thin andando na rua com Chan, como a casa de ambos era perto decidiram ir a pé.

- Uma excelente noite para praticar atividades noturnas. – Rir.

- Acabou com o clima seu pervertido. Chan, eu estava pensado será que o Wut está certo?

- Eu também estou martelando isso na minha cabeça, se ele tiver certo, qual o intuíto? Acho que esse colar não tem um valor em dinheiro apenas em poder.

- As pessoas matam por poder esqueceu? Enfim sendo manipulado ou não em certa parte, a gente fez as pazes.

- Eu queria ganhar outro beijo. – Olha para a porta do condomínio de Thin. – Está em casa... – Olha nos olhos do rapaz.

- Outro beijo? Para quê?

- Para que a gente gosta de beijar na boca?

Thin o puxa e fala no seu ouvido.

- Ganhará outro beijo depois que me fizer um pedido. – E entra no condomínio.

Na volta para casa Chan ia pensando, olhando o céu, quando em um beco alguns rapazes de máscara apareceram e começam a segui-lo, ele continuou andando como se nada estivesse acontecendo até que um dos homens suspeitos grita mandando ele parar, ele fingiu não ouvir, então esse mesmo homem puxa uma arma e atira para cima.

- O que querem?

- Algo de valioso que só você tem...

- Acho que veio procurar a pessoa errada.

- Onde está o elefante? – Aponta a arma para ele.

- No zoológico ou na selva aí vai depender de onde irá procurar.

Quando o homem ia fazendo o movimento de atirar Chan da um chute na sua mão fazendo com que a arma caísse no chão, em seguida uma briga começa, mas por sorte, Chan era faixa preta em judô, então já temos uma noção de quem levou a surra, mas mesmo assim ele saiu com um ferimento de faca no seu braço.

No dia seguinte na biblioteca.

- Valioso? O elefante que vocês carregam vale cerca de 10 bilhões. – Afirma Bup.

- Isso explica o porquê de terem te atacado. – Afirma Pen.

- Porque iria atacar ele, quem só sabe da existência do elefante são os alunos que foram e o professor. – Fala Thin.

- Amigo, é muito dinheiro, se atacaram ele, provavelmente irão atacar você. – Afirma Wut.

- Então, o mais prudente seria ir atrás de quem está por trás disso. – Afirma Chan. 

- Por esse ponto de vista, sim, mas temos cerca de quase 60 suspeitos, aliás, 61 com o professor.  – Afirma Wut. – Eu ainda acho que ele é culpado, se não for, faz parte do plano.

- Um plano assim teria que ter sido planejado por muito tempo, além de que, ele teria que saber que era Thin e Chan os da lenda. – Afirma Pen.

- Que tal a gente bancar os detetives? A sala do professor fica ao lado da cantina, ele é o único que tem uma sala própria por causa dos seus anos de experiência, que tal darmos uma espionada a noite. Afirma Bup.

- Se for todos nós talvez seja ruim, vai Pen e eu  e você e Kanya ficam de vigia, os meninos  ficam juntos em casa, acho mais seguro, já que está na fase amorzinho vão se curtir.  

- E ficar preocupados com vocês, só estão entrando nessa por nossa causa. – Afirma Thin. – Eu ainda acho melhor a gente ir com vocês.

- Não precisa, a gente só vai ver se o professor está envolvido, é rápido. – Fala Wut.

- Está bem, mas qualquer coisa liguem.

Mais tarde no quarto de Thin, seus amigos já haviam saído para a sua missão secreta.

- Eu ainda acho que não deveríamos ter os deixado irem sozinhos.

- Thin! Tem três pessoas, sozinhos é a única coisa que eles estão...

- Como pode não estar preocupado?

- Porque nesse momento estou com muita fome para me preocupar...- Faz bico. – Você ainda cozinha?

- Às vezes...

- Cozinha para mim? Sua omelete é incrível.

- Sério? Cozinhar me acalma, ok, irei preparar nossa comida.

Na Tailândia, os quartos de dormitórios tinham cozinha, sala, armário, etc, era um mini apartamento bem projetado e confortável.

Na faculdade a turma chega a sala do professor, por incrível que possa parecer, Pen sabia abrir portas, Wut e ela entra e Kanya e Bup ficam de vigia.

Ao entra começam a mexer nos papeis e já acham uma pista forte, um mapa do lugar do acampamento, e nele havia dois x.

- Essee X aqui fica perto das cabanas. – Afirma Wut pegando o celular para tirar foto.

- E esse outro?

- Não sei, mas se minha intuição estiver correta pode ser a localização da cachoeira onde os meninos acharam o elefante.

Procurando em mais locais.

- Pen, olha, uma foto de Chan e Thin, veja também...

- Uma arvore genealógica, para que isso se ambos não tiveram filhos.

- Am?

- Os dois rapazes da história.

- Ahh, podem não ter dito filhos, mas talvez parentes? Isso explicaria o foco nos dois.

 - Mesmo assim os meninos não dariam o braço a r fácil, lembra que no ônibus quase se mataram e quando descobriram que estavam juntos no quarto quase tiveram um surto?

- Anda gente tem alguém vindo. – Grita Bup.

- Se ele sabia da lenda esse tempo todo então a viagem foi um tapa buraco para ele colocar as deduções dele a prova. – Afirma Wut.

- Junta-los em todos os lugares seria uma forma de aproximá-los, acho que ele deve estar por trás da queda dos meninos e também das primeiras vozes e pode ter mentido sobre o que o zelador disso apenas para despistar.

- Mas se ele queria o elefante porque não foi buscar com os meninos?

- Wut e Pen tem alguém muito perto, saiam daí agora. – Grita Bup.

O dois terminam de tirar as fotos e saem correndo, mas suas sombras são vistas, por qual que não dava para saber quem era, mas esse mesmo alguém começou a disparar sobre eles, tiros e mais tiros, por sorte nenhum pegou. Os quatros saíram correndo, sem olhar para trás e foram direto para o quarto de Thin.

- Nossa essa comida está maravilhosa.

- Fala isso porque gosta de mim.

- Gosto mesmo, eu realmente errei em tê-lo afastado de mim no passado.

- Como Lua disso, vamos deixar o passado no passado.

- Melhor não, que tem coisas erradas aí. – Fala Wut ao entrar de uma vez.

- O que foi? – Pergunta Chan.

- Comida! – Afirma Wut.

- Foco criatura. – Afirma Thin.

- A gente achou um monte de prova na sala do professor, provas pesadas. – Afirma Pen. – Ele tinha um mapa, a árvore genealógica de vocês, tudo, acho que tudo foi armado desde o começo.

- Mas, se ele queria que o elefante desde o começo. teria ido com a gente a procura. – Afirma Chan.

- É isso que não faz sentido.

- Será que Lua e Prai ajudaram ele? – Fala Kanya.

- Acho complicado, os dois sempre nos alertavam, diziam muitas palavras sábias. – Afirma Thin. – E outra qual seria o ganho deles?

- A questão é como o professor sabia que tinha que ser vocês e porque ele arquitetou tudo? – Pergunta Bup.

- Lógico que pelo o dinheiro, a gente sabe que esse locar vale uma fortuna. – Afirma Kanya. – Mas ainda não se encaixa de como ele saberia da existência sobre ele, a não ser que ele tenha ido na caverna que os meninos foram.

- Mesmo assim não faz sentido... Temos muitos porquês e sem nenhuma resposta até agora. – Afirma Wut. – Temos que voltar lá amanhã.

- Vocês quase levaram um tiro, estão querendo morrer? – Fala Chan.

No dia seguinte ao se aproximarem da sala na hora do almoço, tiveram um susto pois a viram toda queimada, o professor não queria mesmo que os meninos descobrissem seus motivos.

- E agora? – Pergunta Thin olhando para Chan.

- Acho que devemos voltar no Lua, ele deve ter alguma pista.

- É perigoso a gente ir e mais perigoso ainda deixar eles sozinhos aqui, se o professor souber que foi eles que invadiram ontem a sala com certeza irá vim atrás deles.

- Então, vamos juntos.

Eles voltaram para casa para fazerem as malas e seguir em viagem para o vilarejo onde tudo teve começo, apesar das coisas estarem incertas, as respostas já estavam à vista. Eles precisavam apenas de outra perspectiva para encontrá-las.

No dia seguinte ao chegar no vilarejo.

- O que trazem vocês aqui? – Pergunta Lua os recebendo alegre.

- Alguém está atrás do elefante. Precisamos de ajuda. – Afirma Chan.

Continua... 



CONSIDERAÇÕES FINAIS:

Capitulo escrito por Luiz Gabriel Lucena
Corrigido por Gabrielle Rocha
Foto de Capa: Canva Estúdio
Fotografo: Luiz Gabriel Lucena

TE VEJO NO PRÓXIMO CAPÍTULO!




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